Introdução ao XML

Linguagens de marcaçao : SGML onde tudo começou

Vamos viajar no tempo e voltar para meados de 1960, tod bem que são só 50 anos, mas pensar nesse tempo com relaçao a informatica, só havia carroças comparado com nossa tecnologia atual. Em fim, mesmo naquele tempo já havia problemas de tranferencia de dados. Vamos exemplificar utilizando empresas atuais:

Você trabalha para uma empresa multinacional na área de banco de dados e a sua empresa trabalha vai Deus saber com Oracle (na minha opnião bom mais é caro) e algumas filiais por razões financeiras decidem ter SQL Server. Esta feita a merda !!! Em grandes corporações é obvio que há uma troca de dados muito grande, agora imaginem vocês dois sistemas complexos e bem diferentes tentando conversar entre si, é a mesma coisa que colocar um brasileiro pra conversar com um coreano!!! sem falar nos sistemas operacionais pois se forem diferentes, ex: Windows e Linux. Ai esquece seria como colocar um mexicano pra falar com um panda.


O problema então era a tranferencia de dados entre sistemas e linguagens diferentes.

A solução encontrada pelo pessoal da epoca foi desenvolver uma linguagem de marcação (markup language). 

– Ok mais o que é linguagem de marcação ???

Poxa será que eu tenho que explicar tudo !!! rsrs to aqui pra isso né.

Lembra aquelas vezes em que você usava caneta MARCA texto para destacar uma parte importante do texto, bom quem nunca fez pelo menos ja viu alguem fazendo. A idéia é essa mesmo a de destacar. Pense que você tem 3 canetas marca texto, uma amarela, uma azul e uma verde. Todos os titulos do livro vc marca de amarelo, os textos normais você marca de verde e os numeros da página você marca de azul. Pronto você criou uma linguagem de marcação. Suponhamos que queira apagar os títulos, em programação você daria o comando apagar amarelo. tudo aquilo que esta marcado com amarelo seria apagado, no nosso exemplo seriam os títulos.


Não bastava criar apenas mais uma linguagem, para que outras pessoas tivessem que decorar uma uma porção de comandos e isso provavelmente nao funcionaria devido a forma de leitura das linguagens serem diferentes. Resolveram entao criar uma linguagem totalmente descritiva, você mesmo cria suas marcações descrevendo o que tem dentro delas.

– Calma ai você esta me dizendo então que criaram uma linguagem que eu mais ou menos crio os meus proprios comandos ???  

É isso mesmo que eu disse e para essa linguagem deram o nome de SGML (Standard Generalized Markup Language), uma verdadeira revolução pra epoca.

– Mas pera ai, se todo mundo pode fazer do seu jeito o negocio não vira bagunça ???

Concerteza mas o SGML tinha dois objetivos:

Ser totalmente descritivo: uma pessoa leiga olharia para seu codigo e entenderia tudo sem maiores complicações.

Processo de marcação rigoroso. Não pode haver falhas na construção, ex: erro de digitação, má formatação do arquivo e assim por diante. Tudo tem que ser 100% correto justamente para não ter problemas nas comunicações.

Outro fator importantissimo para não haver erros nos processamentos são a utilização das DTDs (Document Type Definition) é aqui que você coloca as informações do tipo de arquivo que você esta trabalhando, facilitando os softwares a intender seu arquivo. Abordarei melhor esse assunto em outro post.

“Espero qeu tenham gostado, duvidas ou dicas é só deixar em comentários, até o próximo post”

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: